domingo, 3 de fevereiro de 2013

Farmacogenética torna possível aplicar terapias individualizadas


Posted: 31 Jan 2013 03:21 AM PST


Agência FAPESP

Um medicamento indicado para uma pessoa nem sempre pode ser eficaz para outra que sofra da mesma doença. O que tem efeito positivo em um paciente pode desencadear reações indesejáveis em outro.
A farmacogenética (ou farmacogenômica) pode identificar os fatores genéticos que explicam a variabilidade individual na resposta aos medicamentos. A maior parte da resposta aos medicamentos é poligênica. Para alguns medicamentos, porém, há uma situação monogênica. A variação genética pode ser em um gene.
“O que temos hoje em dia é uma discussão em torno de pares: um gene, um medicamento”, disse o farmacologista Guilherme Suarez-Kurtz, chefe do Programa de Farmacologia do Instituto Nacional do Câncer (Inca), que participou do simpósio Medicina Translacional, realizado pela Academia Brasileira de Ciências em novembro.
“Os genes CYP representam o grupo mais importante da farmacogenética. As enzimas da família CYP metabolizam cerca de 80% dos medicamentos de uso clínico. Com isso, variações nos genes CYP podem alterar as doses a serem usadas”, disse.
Há ainda o gene VKORC, que afeta a resposta à varfarina (fármaco anticoagulante usado na prevenção de tromboses) e que apresenta variações genéticas frequentes.
“Um paciente, por apresentar essas características genéticas, tem um risco aumentado de sofrer efeitos colaterais. A genotipagem prévia vai mostrar que a variabilidade genética desse paciente pode aumentar o risco de efeitos tóxicos. É uma mudança de paradigma, uma nova e mais precisa variável”, disse Suarez-Kurtz à Agência FAPESP.
A genotipagem prévia pode, assim, possibilitar a aplicação de terapias individualizadas. “A forma de se usar essas informações no acompanhamento do paciente se dá sugerindo uma alteração de medicamento ou uma alteração de dose, ou dizer simplesmente que este paciente não pode fazer o tratamento, porque ele vai ter efeitos colaterais e irá interromper a terapia”, explicou.
Segundo o pesquisador, o abacavir, um dos antirretrovirais usados no tratamento da Aids, apresenta problemas de reações de hipersensibilidade associadas ao fator genético.
“É um remédio de primeira linha no tratamento da Aids, mas não é o único. Quando se diagnostica um paciente por infecção pela Aids, pode-se fazer genotipagem e se prescrever uma terapia alternativa”, avaliou Suarez-Kurtz, que também é professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Muitas das variações genéticas têm um componente associado à ancestralidade individual, aponta o pesquisador.
“Por exemplo, um polimorfismo genético associado à ocorrência da síndrome de Stevens-Johnson (doença que provoca lesões cutâneas) em pacientes tratados com carbamazepina (medicamento anticonvulsivante utilizado no tratamento da epilepsia) é comum nas populações asiáticas, e raro nas populações africanas e europeias, principais ancestrais dos brasileiros. Assim, o risco desta síndrome nos brasileiros é mínimo”, disse Suarez-Kurtz.

Adoção clínica lenta
Estudo feito por pesquisadores da Rede Nacional de Farmacogenética (Refargen), iniciado em 2010 envolvendo 1.300 amostras, genotipou um número grande de polimorfismos farmacogenéticos reconhecidamente importantes.
Paralelamente, todos os indivíduos foram tipados com marcadores de ancestralidade para saber o quanto cada um deles tinha de ancestralidade africana, europeia ou, em menor escala, ameríndia.
“Quantificar a ancestralidade indígena é difícil por dois motivos: primeiro porque é difícil coletar informações dos ameríndios, uma vez que o sistema de proteção aos povos indígenas não permite estudar a genética dos índios, e segundo porque a contribuição média da ancestralidade ameríndia na população brasileira é de menos que 10%”, disse Suarez-Kurtz, coordenador da Refargen.
Entretanto, segundo o cientista, é impossível correlacionar a aparência física de brasileiros com a sua ancestralidade genética, ou seja, um indivíduo categorizado como “pardo” pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) pode não ter uma ancestralidade dominantemente africana.
Apesar dos avanços no campo, a adoção clínica da farmacogenética é um processo lento. “Os médicos norte-americanos consideram que existem cerca de 20 pares de medicamentos e genes que têm componentes farmacogenéticos importantes, incluindo a varfarina (anticoagulante) e a codeína (analgésico mais usado no mundo). Mas quantos desses médicos modificam as prescrições para atender à farmacogenética é outra história”, disse Suarez-Kurtz.
O fator genético não explica toda a variabilidade na resposta aos medicamentos. “A resposta aos medicamentos é um fenótipo complexo, um processo que envolve vários fatores. Fatores demográficos (como peso, idade, sexo) e clínicos, função renal, função hepática, hábitos alimentares, tabagismo, alcoolismo, enfim, são inúmeros os fatores que podem afetar a resposta aos medicamentos. As variáveis genéticas são um desses fatores. Então, para alguns medicamentos o fator genético é determinante, enquanto para outros o importante a se levar em conta é a idade, e para outros o peso”, concluiu o cientista.

WASHINGTON CASTILHOS | Edição Online 15:20 29 de janeiro de 2013

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Matemática aplicada a mecânica (60 horas)
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Programação e operação de eletroerosão por penetração (80 horas)
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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Parabéns São Paulo


Manipulação genética cria células resistentes ao HIV em laboratório



Posted: 24 Jan 2013 10:51 AM PST

Mariana Lenharo, de O Estado de S.Paulo

Por meio de manipulações genéticas, cientistas conseguiram desenvolver em laboratório células do sistema imunológico resistentes ao vírus HIV. No futuro, se a eficácia da terapia genética for confirmada em testes clínicos, ela pode vir a substituir o coquetel. A estratégia envolve a inserção de genes resistentes ao vírus nas células que são o alvo do HIV, chamadas linfócitos T.
A descoberta, de pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Stanford, foi publicada esta semana na revista Molecular Therapy, do grupo Nature. “Nós inativamos um dos receptores que o HIV usa para obter acesso à célula e acrescentamos novos genes para proteger contra o vírus, de forma a termos várias camadas de proteção, o que chamamos de ‘empilhamento’”, diz o pesquisador Matthew Porteus, principal autor do estudo.
O vírus entra nos linfócitos T utilizando como porta dois tipos de proteína que ficam na superfície da célula, conhecidas como CCR5 e CXCR4. Sem esses receptores, o vírus não é capaz de entrar. Os pesquisadores quebraram a sequência de DNA do receptor CCR5 e lá inseriram três genes conhecidos por conferirem resistência ao vírus da aids.
Depois desse verdadeiro trabalho de “recorta e cola” genético, a entrada do vírus na célula é bloqueada, o que o impediria de destruir o sistema imunológico do paciente. Os pesquisadores observam que a terapia não teria a capacidade de curar a infecção, mas sim de reproduzir o efeito do tratamento com o coquetel, com mais eficácia e menos efeitos colaterais.
A busca por uma terapia genética contra o HIV é algo que os cientistas buscam há mais de 20 anos, desde que a existência dos receptores do vírus foi descoberta, de acordo com o infectologista Esper Kallás, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e membro da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).
Ele explica que vários grupos procuram uma forma eficaz de bloquear o receptor CCR5, pois se constatou que sua inativação não compromete outras funções do organismo. “Uma pessoa que não tem CCR5 não morre, pois outras proteínas substituem seu papel; não existe um comprometimento significativo da saúde”, diz Kallás, que acrescenta que uma classe de drogas anti-HIV em uso atualmente tem justamente esse princípio.
Paciente de Berlim. Mas o que realmente acendeu a esperança pelo sucesso de uma terapia genética contra o HIV foi o caso do paciente Timothy Ray Brown, americano diagnosticado com HIV em 1995. Enquanto se tratava da infecção, Brown – que vivia em Berlim – desenvolveu leucemia. Seu oncologista encontrou um doador de medula óssea que possuía uma mutação genética que naturalmente protege seu portador contra o vírus.
“Depois que se encerrou o tratamento, ele teve a grata surpresa de ver que, além de ter conseguido curar a leucemia, o vírus não era mais detectado. Ele é considerado como o único caso de cura do HIV”, conta Kallás. A partir desse evento, Brown ficou conhecido mundialmente como o “paciente de Berlim”. Seu caso abriu as portas para a ideia antiga que se tinha de modificar a genética do paciente para tentar reproduzir os efeitos dessa mutação protetora.
Segundo o médico Olavo Henrique Munhoz Leite, coordenador da Unidade de Referência em Doenças Infecciosas Preveníveis da Faculdade de Medicina do ABC, ainda não se sabe exatamente o que permitiu a cura de Brown. “Será que deu certo porque o doador da medula era um indivíduo que tinha a mutação? Se começássemos a pegar os indivíduos e fizéssemos o mesmo procedimento, os resultados seriam os mesmos? O provável é que uma somatória de fatores tenha permitido a cura.”
Não é possível reproduzir a estratégia que curou o paciente de Berlim porque o transplante de medula envolve muitos riscos. Além disso, a mutação protetora é muito rara para ser encontrada em doadores de medula.
A existência da mutação Delta 32 na proteína CCR5, que protege contra o HIV, foi descoberta em 1996. Segundo Kallás, estudos mostram que ela surgiu provavelmente há cerca de 500 anos no norte da Europa. “A teoria é que a peste negra também poupava as pessoas que tinham essa mutação”, diz. Ela está presente em 1% da população europeia.

Rede potencializa tratamento para leucemia


Posted: 24 Jan 2013 10:48 AM PST

O compartilhamento de dados obtidos por laboratórios de diferentes países por meio de uma rede colaborativa tem ajudado a prolongar a sobrevida de pacientes de países da América Latina com leucemia promielocítica aguda(LPA), tipo raro e agressivo de câncer do sangue e da medula óssea. No Brasil, a troca de dados e experiências clínicas com laboratórios da Europa e dos Estados Unidos, levada a efeito por pesquisadores de várias universidades do país, conseguiu reduzir em quase 50% os índices de mortalidade precoce em pacientes com LPA, entre os anos de 2006 e 2010. Os detalhes desse trabalho em rede foram publicados na edição de janeiro da revista Blood.
De acordo com Eduardo Rego, autor principal do artigo e coordenador do projeto no Brasil, a LPA é uma variedade de câncer altamente curável em pacientes de países desenvolvidos, graças a uma terapia que combina o uso do ácido all-trans-retinóico com quimioterapia baseada em uma classe de drogas denominada antracíclicos. No estudo, Rego e sua equipe mostraram que outra droga (a daurorrubicina), da mesma classe, mais barata e facilmente encontrada no mercado brasileiro por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), pode alcançar resultados similares.
“Nosso protocolo de tratamento no Brasil é idêntico ao espanhol, que usa a idarrubicina no tratamento da LPA”, conta o pesquisador, ligado ao Centro de Terapia Celular do Hemocentro de Ribeirão Preto. “Em nosso estudo, contudo, verificamos que a daurorrubicina – outra droga da mesma família do medicamento usado na Espanha – produziu praticamente os mesmos índices de remissão completa apresentados pelos pacientes daquele país”. Assim, afirma Rego, o uso da daurorrubicina, somada ao método de imunofluorecência para detecção da proteína PML – resultado da mutação genética que dá origem às células da leucemia –, permite diagnosticar pacientes com LPA mais rapidamente, diminuindo, dessa forma, os índices de mortalidade após o diagnóstico.
Uma das características da LPA no Brasil é o elevado índice de mortalidade em decorrência de seu diagnóstico tardio, quando a doença já está em estágio avançado. Nos países desenvolvidos, onde o diagnóstico é mais rápido, somente 6% dos pacientes morrem nos primeiros 30 dias e a sobrevida global em três anos é de quase 90%. “Antes da formação do intercâmbio de dados clínicos o índice de mortalidade no primeiro mês após o diagnóstico era de aproximadamente 30%. Com a experiência e a estratégia adotadas pelo consórcio esse número caiu pela metade. Verificamos ser possível chegar a uma taxa de sobrevida de 80%”, explica o hematologista.
Esse foi o primeiro modelo de estudo em países em desenvolvimento, entre eles Uruguai, México e Chile, em forma de consórcio em hematologia. No Brasil, o estudo foi desenvolvido no âmbito de um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP, o Centro de Terapia Celular, coordenado pelo professor Marco Antonio Zago, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.  A pesquisa também recebeu auxilio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Segundo o pesquisador, a LPA foi escolhida para objeto do consórcio, entre outras razões, por apresentar maior ocorrência na América Latina. Além disso, seu diagnóstico rápido e eficaz pode fazer toda a diferença para a sobrevida do paciente. “Queríamos também uma doença por meio da qual pudéssemos provar a efetividade de um método de trabalho de pesquisa em rede”, acrescenta.
Os pesquisadores pretendem ampliar a iniciativa para outros países da América Latina, como Peru e Paraguai, onde já foram iniciados os treinamentos dos profissionais de saúde para análise de dados e condução de procedimentos clínicos. “Esperamos continuar a integrar educação e networking a fim melhorar ainda mais os resultados e possivelmente ampliar esse modelo para outras doenças. Nosso próximo desafio será melhorar o prognóstico dos pacientes com leucemia mieloide aguda, conclui.

RODRIGO DE OLIVEIRA ANDRADE – Revista Pesquisa Fapesp

Aniversário de São Paulo


sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Cultura seleciona trabalhos artísticos para exposição sobre o Carnaval


Fotografia é uma das categorias da exposição (Foto: Márcio Lino)

A seção de Artes Visuais da Secretaria de Cultura vai realizar em fevereiro uma exposição coletiva com o tema “Carnaval”.
Os interessados em participar da mostra, que acontecerá no Adamastor Centro, podem se inscrever pessoalmente até o dia 30 de janeiro.
As inscrições feitas através do correio só serão aceitas com data de postagem até dia 25.
Cada artista pode participar com até três obras em uma das seguintes categorias: pintura, desenho, gravura, escultura, fotografia, instalação, arte digital e arte objeto.
Os trabalhos podem estar inseridos nos seguimentos: acadêmico, moderno ou contemporâneo.
O edital com mais informações do evento e a ficha de inscrição estão na área de destaques da página da Prefeitura na internet www.guarulhos.sp.gov.br.
Para fazer a inscrição o interessado deve comparecer com os documentos exigidos na Seção de Artes Visuais, que fica na praça Cícero de Miranda, s/n, na Vila Galvão.
O mesmo endereço serve para o envio do material por correio, pelo CEP 07074-041.

Professor Anderson Luz



quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Serviço Funerário de Guarulhos


Agência Funerária Bonsucesso
Rua Catarina Maria de Jesus, 708 – Bonsucesso - 07175-500
Tel.: (11) 2436-2418 / 0441

Agência Funerária Campo Santo / Vila Rio
Av. Benjamin Harris Hunnicutt, 1327 – Vila Rio de Janeiro - 07124-000
Tel.: (11) 2304-4200 / 4201 / 4202 / 4203 / 4207

Agência Funerária São Judas Tadeu / Picanço
Av. Dr. Timóteo Penteado, 1329 – Picanço - 07094-000
Tel.: (11) 2408-8190 / 2468-0581

 Agência Funerária Central
Rua Oswaldo Cruz, 77 – Centro - 07010-020
Tel.: (11) 2087-6810 / Fax: (11) 2087-6828

Velório Nossa Senhora do Bonsucesso
Rua Catarina Maria de Jesus, 708 – Bonsucesso - 07175-500
Tel.: Agencia (11) 2436-2418
Tel.: Velório (11) 2436-0441
  
Velório São João
Rua Igrejinha, s/ nº - Jd. São João - 07151-350
Tel.: Agencia: (11) 2467-8758

Velório Vila Rio
Av. Benjamin Harris Hunnicutt, 1327 - Vila Rio - 07124-000
Tel.: Agencia: (11) 2458-2389

 Cemitério Nossa Senhora do Bonsucesso
 Fundado por volta de 1.930. Tem uma área de 54.529,29m². O cemitério é dividido em 02 partes: uma de sepultamentos por prazo indeterminado por jazigos perpétuos e outra por prazo determinado por sepultamentos de 03 anos e obrigação de exumação, vencido este prazo.

Cemitério São João Batista
Fundado em 1.889 com área de 10.000m². O túmulo mais antigo é datado de 12.08.1891, mas o 1º livro de registro de sepultamento é de 01.11.1931. A área remanescente do cemitério é de 3.423,30m², uma vez que em sua maior parte os jazigos foram transferidos na década de 60 para o Cemitério São Judas Tadeu e na área erradicada foram construídos o Ambulatório da Criança, a Biblioteca Monteiro Lobato e a Agência Central do Serviço Funerário.
Em 1.990 o cemitério foi tombado pela Lei nº 3642/90. Em 06 de junho de 1995, através do Decreto nº.19041/95 foi integrado ao Patrimônio Histórico do Município de Guarulhos.

Cemitério São Judas Tadeu
Fundado em 1952, com área de 49.320,95m². Um cemitério de concessões com prazo indeterminado e os sepultamentos são apenas aos concessionários.
Tornou-se necessário à implantação de mais um cemitério, visto que o Cemitério São João Batista estava com sua capacidade esgotada. Naquela época o Cemitério São Judas Tadeu ficava distante do perímetro urbano de Guarulhos.

Cemitério Necrópole do Campo Santo (Vila Rio)
Fundado em 1971, é o maior cemitério do município com área de 180.000m². Com o crescimento da cidade foi necessário implantação de um novo cemitério para atender a população de baixa renda e o cemitério ficava distante do centro da cidade. Hoje com a expansão da cidade, o Cemitério Campo Santo está localizado praticamente no Centro.

Professor Anderson Luz
12/01/2013

Curso grátis de informática pela Prefeitura de Guarulhos


foto: José Luiz / PMG
A Secretaria do Trabalho receberá nesta semana, entre 14 e 22 de janeiro, as inscrições dos interessados em participar do curso gratuito de Informática Básica. A iniciativa faz parte do programa Inclusão Digital, uma parceria da Prefeitura de Guarulhos com o Governo Federal, que visa garantir a disseminação e o uso das tecnologias da informação e comunicação orientadas ao desenvolvimento social, econômico, político, cultural, ambiental e tecnológico, centrados nas pessoas, em especial, nas comunidades e segmentos excluídos.
Dentro do conteúdo programático, os alunos poderão optar por aulas de Edição de Texto, Apresentação de Slides, Planilha de Cálculo, Internet e Draw. A carga horária será de 40 horas, com turmas no período da manhã (das 9h às 11h) e à tarde (das 14h às 16h), às segundas e quintas-feiras ou às terças e sextas-feiras.
Para se inscrever, é necessária a apresentação de RG, CPF e comprovante de residência (com CEP). Mais informações pelos telefones 2475-9711 e 2087-1640.
Os endereços para inscrições são os seguintes:
Telecentro/Centro - avenida Salgado Filho, 427,
Telecentro/Vila Augusta - avenida Antonio Iervolino, 255,
Telecentro/Ponte Grande - rua Isabel Spina Perella, 166,
Telecentro/Jardim Bela Vista - rua Cruzeiro do Sul, 127,
Telecentro/Cumbica - avenida Capitão Aviador Walter Ribeiro, 359,
Telecentro/Uirapuru - rua Crato, 22,
Telecentro/Pimentas - avenida Juscelino Kubitschek, 2.670,
Telecentro/Bonsucesso - rua Maracanã, 03,
Telecentro/Jardim Fortaleza - rua Hilário Pires de Freitas, 134,
Telecentro/São João - rua Mesquita, 161,
Telecentro/Taboão - rua São Sebastião da Boa Vista, 1.053 e
Telecentro/Cabuçu - rua Samir, s/nº.

"Grande Oportunidade para se adquirir um pouco de conhecimento em informática"
Professor Anderson Luz

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Proguaru S/A Progresso e Desenvolvimento de Guarulhos


Presidente: José Luiz Guimarães
www.proguaru.com.br

Sede
Rua Arminda de Lima, 788 - Vila Progresso 
Tel.: (11) 2475-9000

Centro Operacional Bonsucesso
Eng. Responsável: Teógenes Lima de Azevedo
Rua Antonio Tava, 200 - Bonsucesso
Tel.: (11) 2438-2667

Centro Operacional Cabuçu
Eng. Responsável: Luiz Antonio de Freitas
Rua Benjamin Harris Hunnicutt, 4400 - Cabuçu
Tel.: (11) 2458-2454

Centro Operacional Cumbica
Responsável: Arthur José dos Santos Filho
Rua Atalaia do Norte, 746 - Cumbica
Tel.: (11) 2412-2748

Centro Operacional Pimentas
Responsável: Arthur José dos Santos Filho
Rua Aracy, 188 – Jardim Leblon
Tel.: (11) 2486-2728

Centro Operacional São João
Eng. Responsável: Teógenes Lima de Azevedo
Rua Carnaubais, 200 - São João
Tel.: (11) 2467-2932

Centro Operacional Taboão
Eng. Responsável: Luiz Antonio de Freitas
Endereço: Rua Pedro de Toledo, 500 - Taboão
Tel.: (11) 2404-4331

GOC - Gerência de Operações Centro
Supervisão de Limpeza Urbana e de Limpeza de Próprios Públicos.
R. Francisco Zanzini, 43 - Itapegica
Tel.: (11) 2472-4600

GRM - Gerência de Recursos Materiais
Rua Pedro de Toledo, 360 – Taboão
Tel.: (11) 2402-8700

Mecânica e Transporte Pesado
Rua Pedro de Toledo, 360 – Taboão
Tel.: (11) 2402-8700

Almoxarifado de Obras

Avenida Papa Pio XII, 975 - Macedo
Tel.: (11) 2087-0286

Gráfica, Serralheria, Carpintaria, Pintura, Distribuição, Material de Edificações e Almoxarifado.
Rua Campo Grande, 188 - Jardim Ipanema 
Tel.: (11) 2088-2809

Fonte: proguaru.com.br
Professor Anderson Luz