quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Programa de apoio ao desempregado viabiliza 84 novas vagas de emprego


A Secretaria do Trabalho, por meio do programa Bolsa Auxílio ao Desempregado (BAD), conseguiu inserir 84 pessoas no mercado formal de trabalho em 2012. O total de alunos matriculados foi de 950, o que representa um percentual de 9% do número de inscrições. Na comparação com 2011 (1.047 matriculados e 95 colocados no mercado de trabalho), o resultado é o mesmo: 9%.
 Na opinião da coordenadora do BAD, Elaine Ribeiro da Silva, esse aproveitamento só não é maior em virtude da diversidade de pessoas que participam do programa. Segundo ela, muitos dos inscritos são moradores de rua, ex-presidiários, mulheres com muitos filhos, com mais de 40 anos de idade ou com problemas de saúde. “A maioria dessas pessoas prefere trabalhar informalmente e tem grande dificuldade para arrumar emprego”, avaliou.Trabalhos comunitários

Criado em 2001, o BAD proporciona ocupação, bolsa-auxílio de R$ 200 por mês, cartão-alimentação no valor de R$ 70, vale-transporte e seguro para acidentes pessoais. Além disso, os bolsistas recebem formação permanente de qualificação profissional, incluindo noções básicas de saúde pública, educação ambiental, cidadania, auto-gestão e cooperativismo. Em parceria com a Secretaria de Educação, o programa propicia a alfabetização e, com as Faculdades Integradas de Ciências Humanas, Saúde e Educação de Guarulhos (Faculdades de Guarulhos), a elevação de escolaridade e orientações para geração de renda. Os participantes seguem uma rotina de trabalhos comunitários durante o período de 12 meses (que poderá ser prorrogado por mais três). Duas vezes por semana passam em salas de aula, enquanto nos outros três dias da semana realizam atividades voltadas à comunidade, como manutenção de praças públicas e de parques, pintura de faixa de pedestres, entre outros serviços. A carga horária é de quatro horas, das 8h às 12h ou das 13h às 17h.Serviço

O Bolsa-Auxílio ao Desempregado é um programa permanente da Secretaria do Trabalho e oferece cerca de 1,2 mil bolsas.

Mais informações pelos telefones (11) 2475-9716 / (11) 2475-9718.


Professor Anderson Luz

Secretaria de Cultura recebe até amanhã as propostas para o Projeto Intervalo Cultural


Foto: Divulgação Prefeitura de Guarulhos

Com o intuito de incentivar e divulgar a música popular de Guarulhos, a Secretaria de Cultura recebe de 18 a 22 de fevereiro as propostas para o Projeto Intervalo Cultural, que busca prestigiar os artistas locais através da contratação de shows e espetáculos. Os eventos acontecerão em diversos espaços de apresentação da cidade e serão ofertados ao público de forma gratuita.
Para participar é necessário realizar a inscrição na Secretaria de Cultura, das 9h as 17h, levando um histórico do artista ou grupo, contendo endereço completo, telefone para contato e e-mail.
Também devem ser apresentados um CD demonstrativo do trabalho, uma sinopse do show incluindo mapa de palco, ficha técnica, lista de músicos, repertório e demais informações que julgarem necessárias, bem como cópias de matérias em jornais, revistas, cartazes entre outros meios de divulgação.
O material também pode ser enviado pelo correio, com data limite até 22 de fevereiro, diretamente para a Secretaria de Cultura, na avenida Monteiro Lobato, 734 – 2º andar, Macedo – Guarulhos, CEP 07112-000.
O material entregue não será devolvido e a seleção será feita pela Coordenadoria de Música e profissionais convidados pela Secretaria de Cultura. O resultado será publicado no dia 1º março, sem recursos.
Professor Anderson Luz


Segue cópia do edital publicado no Diário Oficial no dia 15/02/2013:

Comunicado Nº 1/2013-SC

Intervalo Cultural 2013

O Secretário de Cultura, EDMILSON SOUZA, com o intuito de incentivar e divulgar a música popular em Guarulhos, faz saber a todos os interessados, que receberá no período de 18 a 22 de fevereiro, propostas para o projeto Intervalo Cultural.
O projeto Intervalo Cultural tem como objetivo prestigiar os artistas locais, através da contratação de shows e espetáculos. Os eventos acontecerão nos diversos espaços de apresentações gerenciados pela Secretaria de Cultura, e serão ofertados de forma gratuita ao público da cidade.

Da documentação:

1. Os Artistas ou Grupos interessados deverão inscrever-se mediante envio de:

a) Histórico do artista ou grupo (contendo endereço completo, telefone pra contato e e-mail);
b) CD demonstrativo do trabalho;
c) Sinopse do show, incluindo: mapa de palco, ficha técnica, lista de músicos, repertório e demais informações que julguem necessárias; e,
d) Cópias de matérias de jornais, revistas, cartazes, etc.

2. Todo o material deverá ser entregue a Secretaria de Cultura, Avenida Monteiro Lobato, 734, 1º andar, Macedo, Guarulhos – CEP 07112-000, de segunda a sexta feira, das 9h às 17h, ou via correio.

3. No caso de envio via correio, a data da postagem deve estar dentro do prazo do item 1.

4. A seleção será feita pela Coordenadoria de Música e/ou profissionais convidados pela Secretaria de Cultura e dela não caberá recurso, e seu resultado publicado no dia 1º de março.

5. O material entregue não será devolvido.

6. Os casos omissos serão apreciados pela Coordenadoria de Música da Secretaria de Cultura.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

CD oficial do SDS (Somente Dark Skin)


SDS
(Somente Dark Skin)
Desenvolvendo Arte da Rima Kamikase.
Seguino os Kilometros da Inteligencia Natural

AGORA É MANO DARK SKIN DO BREAK PARA O RAP.
Emerson Pedro Silva Luz, nascido em 21 de janeiro de 1979, é natural de São Miguel Paulista - SP, hoje conhecido pelo nome artístico de DARK SKIN que significa pele escura, apelido dado na noite pelos parceiro da arte, por usar muito preto nas vestimentas. Em 1993 conheceu a cultura hip hop na Estação São Bento do metrô, foi dançarino de break dance, dança de rua, um dos elementos da cultura hip hop. Tendo como maior influencia o inicio do rap brasileiro, em 1998 começou a fazer as suas rimas, criou e foi vocalista do grupo 

SDS (Subjulgados do Sistema), quando teve a oportunidade de lançar o CD demo: 
SDS - Iluminismo. Já na estrada há mais de dez anos, agora segue carreira solo. Agora SDS AGORA significa Somente Dark Skin e ele acaba de lançar o seu 1º CD Oficial: "TENHO MUITO PRA FALAR". O trabalho é produzido pelo Dj Max nos Beat's e vem bastante diversificado com letras falando de arte, cultura, lazer, democracia e protestos sociais, complementadas com sons dançantes e românticos, enfim músicas para todos os gostos. O CD também vem com muitas participações como o próprio produtor Dj Max, o Quarteto Hodsi, Folha do Internamente, King do Duplo Impacto, Traje Expressão, Chocolate MPB, Zang  do Us vagabundo Chic, Edu1000dade do Rimatitude e muitos outros. 
Depois que pavimentaram sua estrada, SDS - Dark Skin agora vai sem regresso.

 CD: Tenho Muito pra falar
Artista: SDS - Somente Dark Skin
Gravadora: Produção Independente
Faixas: 15
Vendas: (11) 95733-5877 / (11) 2480-2628
 
Capa e contra capa do CD 

Capa de fundo do CD

Label do CD

Que Deus continue abençoando a sua vida e o seu talento.
HOMENAGEM: 
Professor Anderson Luz
(sempre ao seu lado)

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Diagnóstico em 6h aumenta chances de cura de leucemia rara, diz estudo


Posted: 06 Feb 2013 12:28 PM PST

Um estudo envolvendo um consórcio de instituições de oito estados brasileiros, além de cientistas do México, Uruguai e Chile resultou na cura de 80% de um grupo de pacientes da América Latina, diagnosticados com Leucemia Promielocítica Aguda (LPA). A pesquisa baseou-se na aplicação de um novo protocolo de tratamento que privilegia a rapidez no diagnóstico: ao invés de até sete dias, o laudo levou seis horas para ficar pronto.
Os pesquisadores ainda testaram a utilização de medicamentos mais baratos e que, no Brasil, estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). O estudo que começou em 2006, teve os resultados publicados no fim de 2012 na revista norte-americana Blood, referência mundial em doenças do sangue.

LPA
A LPA é um tipo raro e agressivo da doença que provoca hemorragia no paciente. Com os tratamentos atuais, a doença leva metade dos doentes a óbito, sendo que 30% morrem em menos de um mês após o diagnóstico. Após o novo protocolo, o percentual de doentes que não resistiram aos 30 primeiros dias caiu para 15%.
De acordo com o médico Eduardo Magalhães Rego, do Hemocentro da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto (SP) e coordenador do estudo no Brasil, o índice é comparável ao de países desenvolvidos e só foi possível alcançá-lo por meio da padronização do atendimento nos hospitais, com o uso da mesma medicação e dos testes mais rápidos para detectar a doença.
As amostras coletadas dos pacientes foram analisadas pelo médico brasileiro no Hemocentro. O pesquisador explica que o tempo de seis horas para o diagnóstico possibilita que o paciente inicie o tratamento imediatamente. “O primeiro fator [que influenciou no bom resultado] foi a disponibilização de um teste rápido, desenvolvido pelo professor Brunangelo Faline, na Itália. Ele doou os reagentes para o consórcio e nós treinamos indivíduos em cada um dos hospitais para fazer o teste. Com isso, nós aceleramos o tempo para iniciar o tratamento”, diz.
Participaram dos testes 183 pacientes, sendo 122 do Brasil, 30 do México, 23 do Chile e oito do Uruguai. “No Brasil, todos os que foram incluídos são pacientes do SUS. Existe um protocolo gêmeo a este nosso na Espanha, só que uma das drogas usadas na quimioterapia é a Hidarrubicina, esse medicamento é mais caro. Nós usamos a Daunorrubicina, que é mais barata, e nosso resultado não mudou”, diz Rego.

Rede
Os resultados foram discutidos pelos pesquisadores em conferências pela internet. Um programa desenvolvido pelo consórcio permitia a inserção de imagens das amostras colhidas dos pacientes durante as audiências. Além dos institutos consorciados, também colaboraram médicos dos Estados Unidos, Itália, Holanda, Espanha e da Inglaterra.
“A ideia de se trabalhar em rede é que você consegue acelerar o diagnóstico, o que nessa doença é fundamental, exatamente por conta das complicações hemorrágicas. Você troca experiências entre especialistas nacionais e internacionais, consegue estabelecer um sistema de logística interna no Brasil, em que você pode adotar um laboratório central – nesse caso em Ribeirão Preto – e, além dos exames serem feitos em cada centro participante, você tem um teste confirmatório por um laboratório central”, detalha o pesquisador.
No país, além da instituição de Ribeirão, participaram os hospitais universitários da Faculdade Federal do Rio Grande do Sul, do Paraná, de São Paulo, da Santa Casa de São Paulo, da Unicamp, Faculdade de Medicina de São Paulo e da Fundação Hemocentro de Pernambuco.

Objetivo
Segundo Eduardo Rego, o objetivo do consórcio agora é que o tratamento seja expandido para outros países, como o Peru e o Paraguai – que já enviaram médicos a Ribeirão Preto para serem treinados -, além da popularização do método dentro do país.
“Primeiro nós queremos iniciar um estudo de registro com apoio da Associação Brasileira de Hematologia de tal maneira que este tipo de estratégia e esses testes sejam disponíveis para mais centros, mesmo centros não universitários. Pretendemos iniciar um novo protocolo usando a mesma estrutura dessa vez para outra forma de leucemia aguda”, conclui.

Leandro Mata  do G1 Ribeirão e Franca

Cientistas identificam genes por trás de tipo de câncer agressivo


Posted: 06 Feb 2013 12:19 PM PST

Cientistas da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, conseguiram identificar os genes que estão por trás de uma das formas mais agressivas do câncer de endométrio (camada de células que reveste o útero). A descoberta, publicada na segunda-feira (28) no periódico “Proceedings of the National Academy of Sciences”, da Academia Americana de Ciências, abre precedente para a criação de tratamentos novos e personalizados contra a doença.
O estudo foi focado em um tipo severo de carcinoma uterino, conhecido como USC, na sigla em inglês, que é resistente à quimioterapia. “Nós claramente identificamos as mutações que são responsáveis pelos tumores [do tipo] USC”, disse o pesquisador Alessandro Santin, um dos autores do estudo.
Os cientistas coletaram células de tumores de 57 mulheres, com o intuito de determinar as bases moleculares do comportamento agressivo do tumor. Eles sequenciaram todos os genes desse tipo de câncer e identificaram as mutações cruciais que fazem com que os tumores cresçam.
“Além de um número de genes de câncer bastante conhecido, encontramos três que não haviam sido associados à doença previamente e que são encontrados nestes tumores. Esta descoberta aponta novos caminhos para o desenvolvimento de terapias”, afirmou Santin, no estudo.

Genes
Dois genes estão entre os identificados por terem relação com o câncer – o CHD4 e o MBD3, que são encontrados em um mesmo complexo de proteínas.
A descoberta de um terceiro gene, o TAF1, foi uma surpresa para os pesquisadores. De acordo com o estudo, ele é um componente central no mecanismo de transcrição de uma grande fração de genes codificadores de proteína no genoma humano.

Endométrio
O câncer de endométrio é o tumor ginecológico mais recorrente entre mulheres. Em 2012, foram diagnosticados mais de 47 mil novos casos e registradas cerca de 8 mil mortes pela doença só nos Estados Unidos.
De acordo com cientistas, pacientes com tumores do tipo 1 geralmente respondem melhor ao tratamento e apresentam um bom resultado. Já aqueles com o tipo 2, o chamado USC, têm mais recaídas e sofrem mais mortes.
Agora, com o aprofundamento das pesquisas sobre esse tipo específico de carcinoma, é possível desenvolver um tratamento personalizado, acreditam os cientistas.
“O estudo detalhado dos diferentes tipos de câncer continua produzindo novas e inesperadas descobertas. Esses novos resultados definem a base biológica deste tipo de doença e sugerem novas oportunidades para a terapia personalizada”, acredita um dos autores do estudo, Richard Lifton, professor titular da cadeira de genética da Universidade de Yale.
Do G1, em São Paulo

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

17.000 visitantes

Obrigado pela visita.
Professor Anderson Luz

Carnaval de rua

Primeira vez do Bloco do Sino, amanhã no Galpão Giramundo.


Professor Anderson Luz


Programação do carnaval de São Paulo 2013


Anhembi - Avenida Olavo Fontoura, 1.209 - Santana

08/02/2013 Sexta-feira GRUPO ESPECIAL

1ª - 23h15 - Acadêmicos do Tatuapé
2ª - 00h20 - Rosas de Ouro
3ª - 01h25 - Mancha Verde
4ª - 02h30 - Vai-Vai
5ª - 03h45 - X-9 Paulistana
6ª - 04h50 - Dragões da Real
7ª - 05h55 - Águia de Ouro 

09/02/2013 Sábado GRUPO ESPECIAL

1ª - 22h30 - Nenê de Vila Matilde
2ª - 23h20 - Gaviões da Fiel
3ª - 00h30 - Mocidade Alegre
4ª - 01h40 - Tom Maior
5ª - 02h50 - Unidos de Vila Maria
6ª - 04h00 - Acadêmicos do Tucuruvi
7ª - 05h10 - Império de Casa Verde

10/02/2013 Domingo GRUPO DE ACESSO

1ª - 21h00 - Unidos de Santa Bárbara (Campeã do Grupo 1 UESP)
2ª - 22h05 - Unidos do Peruche
3ª - 23h10 - Camisa Verde e Branco
4ª - 00h15 - Imperador do Ipiranga
5ª - 01h20 - Leandro de Itaquera
6ª - 02h25 - Pérola Negra
7ª - 03h30 - Estrela do Terceiro Milênio
8ª - 04h35 - Morro da Casa Verde

O preço dos ingressos para o Grupo Especial varia de R$80,00 a R$165,00 na arquibancada, de R$1.100,00 a R$2.400,00 a mesa de pista e de R$240,00 a R$500,00 a cadeira de pista.
Idosos a partir de 65 anos de idade e estudantes pagam meia entrada e devem adquirir os ingressos apenas na bilheteria do Anhembi.

Vendas:

Anhembi - Avenida Olavo Fontoura, 1.209 - Santana

Ginásio do Ibirapuera - Rua Manuel da Nóbrega, 1.361 - Ibirapuera

Para compras pela Internet: www.ingressofacil.com.br

Professor Anderson Luz

Programação do carnaval de Guarulhos 2013

Av. Joaquina de Jesus, s/n, próximo à Praça 8 no Taboão

10/2/2013 Domingo - BLOCOS

19h30    Afoxé Kaomy Olhos De Xangô
20h30    Prevenção - Saúde
21h10    Tradição Guarulhense
22h10    Paineira
23h10    Saudosa
0h10      Treme Treme
1h10      Santa Beatriz
2h10      Três Rosas
3h10      Filhos De São Jorge

11/2/2013 Segunda-feira - ESCOLAS ESPECIAIS

21h10    Unidos Do Jd. São João
22h20    Parque Cecap
23h30    Unidos Do Paraventi
0h40      Imperatriz Do Morro
1h50      Imperial
3h           Vai Quem Fica
4h10      Império Do Samba

12/2/2013 – Terça-feira - ESCOLAS DE ACESSO E PLEITEANTES

21h10    Tok-Final Pimentas
22h20    Renascer De São Domingos
23h30    Acadêmicos Do Picanço
0h40      Vila Tijuco
1h50      Caprichosos Da Vila
3h00      Império De Guarulhos

CARNAVAL POPULAR

Colégio Do Pagode / Prefixo De Verão / Salgadinho
8/2/2013 – Sexta-feira 19h30
Praça Estrela - Cidade Soberana

Colégio Do Pagode / Prefixo De Verão / Salgadinho
9/2/2013 – Sábado 19h30
Av. Armando Bei - Cidade Nova Bonsucesso

Colégio Do Pagode / Prefixo De Verão / É D +
10/2/2013 – Domingo 19h30
Av. José Rangel Filho - Jardim Ponte Alta

Colégio Do Pagode / Prefixo De Verão / Fino Trato
11/2/2013 – Segunda 19h30
Av. Jurema - Parque Jurema

Colégio Do Pagode / Prefixo De Verão / Leandro Lehart
12/2/2013 – Terça 19h30
Av. Brejinho - Jardim Cumbica

Professor Anderson Luz

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Farmacogenética torna possível aplicar terapias individualizadas


Posted: 31 Jan 2013 03:21 AM PST


Agência FAPESP

Um medicamento indicado para uma pessoa nem sempre pode ser eficaz para outra que sofra da mesma doença. O que tem efeito positivo em um paciente pode desencadear reações indesejáveis em outro.
A farmacogenética (ou farmacogenômica) pode identificar os fatores genéticos que explicam a variabilidade individual na resposta aos medicamentos. A maior parte da resposta aos medicamentos é poligênica. Para alguns medicamentos, porém, há uma situação monogênica. A variação genética pode ser em um gene.
“O que temos hoje em dia é uma discussão em torno de pares: um gene, um medicamento”, disse o farmacologista Guilherme Suarez-Kurtz, chefe do Programa de Farmacologia do Instituto Nacional do Câncer (Inca), que participou do simpósio Medicina Translacional, realizado pela Academia Brasileira de Ciências em novembro.
“Os genes CYP representam o grupo mais importante da farmacogenética. As enzimas da família CYP metabolizam cerca de 80% dos medicamentos de uso clínico. Com isso, variações nos genes CYP podem alterar as doses a serem usadas”, disse.
Há ainda o gene VKORC, que afeta a resposta à varfarina (fármaco anticoagulante usado na prevenção de tromboses) e que apresenta variações genéticas frequentes.
“Um paciente, por apresentar essas características genéticas, tem um risco aumentado de sofrer efeitos colaterais. A genotipagem prévia vai mostrar que a variabilidade genética desse paciente pode aumentar o risco de efeitos tóxicos. É uma mudança de paradigma, uma nova e mais precisa variável”, disse Suarez-Kurtz à Agência FAPESP.
A genotipagem prévia pode, assim, possibilitar a aplicação de terapias individualizadas. “A forma de se usar essas informações no acompanhamento do paciente se dá sugerindo uma alteração de medicamento ou uma alteração de dose, ou dizer simplesmente que este paciente não pode fazer o tratamento, porque ele vai ter efeitos colaterais e irá interromper a terapia”, explicou.
Segundo o pesquisador, o abacavir, um dos antirretrovirais usados no tratamento da Aids, apresenta problemas de reações de hipersensibilidade associadas ao fator genético.
“É um remédio de primeira linha no tratamento da Aids, mas não é o único. Quando se diagnostica um paciente por infecção pela Aids, pode-se fazer genotipagem e se prescrever uma terapia alternativa”, avaliou Suarez-Kurtz, que também é professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Muitas das variações genéticas têm um componente associado à ancestralidade individual, aponta o pesquisador.
“Por exemplo, um polimorfismo genético associado à ocorrência da síndrome de Stevens-Johnson (doença que provoca lesões cutâneas) em pacientes tratados com carbamazepina (medicamento anticonvulsivante utilizado no tratamento da epilepsia) é comum nas populações asiáticas, e raro nas populações africanas e europeias, principais ancestrais dos brasileiros. Assim, o risco desta síndrome nos brasileiros é mínimo”, disse Suarez-Kurtz.

Adoção clínica lenta
Estudo feito por pesquisadores da Rede Nacional de Farmacogenética (Refargen), iniciado em 2010 envolvendo 1.300 amostras, genotipou um número grande de polimorfismos farmacogenéticos reconhecidamente importantes.
Paralelamente, todos os indivíduos foram tipados com marcadores de ancestralidade para saber o quanto cada um deles tinha de ancestralidade africana, europeia ou, em menor escala, ameríndia.
“Quantificar a ancestralidade indígena é difícil por dois motivos: primeiro porque é difícil coletar informações dos ameríndios, uma vez que o sistema de proteção aos povos indígenas não permite estudar a genética dos índios, e segundo porque a contribuição média da ancestralidade ameríndia na população brasileira é de menos que 10%”, disse Suarez-Kurtz, coordenador da Refargen.
Entretanto, segundo o cientista, é impossível correlacionar a aparência física de brasileiros com a sua ancestralidade genética, ou seja, um indivíduo categorizado como “pardo” pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) pode não ter uma ancestralidade dominantemente africana.
Apesar dos avanços no campo, a adoção clínica da farmacogenética é um processo lento. “Os médicos norte-americanos consideram que existem cerca de 20 pares de medicamentos e genes que têm componentes farmacogenéticos importantes, incluindo a varfarina (anticoagulante) e a codeína (analgésico mais usado no mundo). Mas quantos desses médicos modificam as prescrições para atender à farmacogenética é outra história”, disse Suarez-Kurtz.
O fator genético não explica toda a variabilidade na resposta aos medicamentos. “A resposta aos medicamentos é um fenótipo complexo, um processo que envolve vários fatores. Fatores demográficos (como peso, idade, sexo) e clínicos, função renal, função hepática, hábitos alimentares, tabagismo, alcoolismo, enfim, são inúmeros os fatores que podem afetar a resposta aos medicamentos. As variáveis genéticas são um desses fatores. Então, para alguns medicamentos o fator genético é determinante, enquanto para outros o importante a se levar em conta é a idade, e para outros o peso”, concluiu o cientista.

WASHINGTON CASTILHOS | Edição Online 15:20 29 de janeiro de 2013

Senai - Curso técnico (gratuito)


Técnico em eletroeletrônica (1600 horas – 4 semestres)

Atendimento da secretaria:

Escola Senai “Hermenegildo Campos de Almeida”
Av. Dr. Renato de Andrade Maia, 601 – Jd. Paraventi – Guarulhos - SP
2° a 6° das 8h às 21h
Sábados das 8h às 16h
Tels.: 2461-6751 / 6752 / 6755 / 6756 / 6757 / 6761
Site: guarulhos.sp.senai.br

Professor Anderson Luz

Senai - Cursos de aprendizagem industrial (gratuitos)


Eletricista de manutenção (1600 horas – 4 semestres)
Mecânico de usinagem (1600 horas – 4 semestres)
Ferramenteiro de corte, dobra e repuxo (2400 horas – 4 semestres)
Ferramenteiro de moldes para plásticos (2400 horas – 4 semestres)

Atendimento da secretaria:

Escola Senai “Hermenegildo Campos de Almeida”
Av. Dr. Renato de Andrade Maia, 601 – Jd. Paraventi – Guarulhos - SP
2° a 6° das 8h às 21h
Sábados das 8h às 16h
Tels.: 2461-6751 / 6752 / 6755 / 6756 / 6757 / 6761
Site: guarulhos.sp.senai.br

Professor Anderson Luz

Senai - Cursos de construção civil (gratuitos)

Carpinteiro de estrutura de telhado (160 horas)
Instalador de drywall (40 horas)
Instalador hidráulico (encanador (160 horas))
Pedreiro assentador (160 horas)
Pedreiro revestidor (azulejista) (160 horas)
Pintor de obras (160 horas)
Leitura e interpretação de desenhos e projetos de obras civis (80 horas)

Atendimento da secretaria:

Escola Senai “Hermenegildo Campos de Almeida”
Av. Dr. Renato de Andrade Maia, 601 – Jd. Paraventi – Guarulhos - SP
2° a 6° das 8h às 21h
Sábados das 8h às 16h
Tels.: 2461-6751 / 6752 / 6755 / 6756 / 6757 / 6761
Site: guarulhos.sp.senai.br

Local dos cursos:

Av. Papa Pio XII, 975 – Macedo (próximo ao Hospital da Unimed).  

Para mais informações, consultem a coordenação do curso:

Ivo Rocha da Silva
Tel.: (11) 2461-6766

Professor Anderson Luz

Senai - Cursos de formação inicial e continuada (pagos)

Analista de controle da qualidade (144 horas)
Assistente administrativo (160 horas)
Assistente de contabilidade (160 horas)
Assistente de controle da qualidade (180 horas)
Assistente de departamento pessoal (160 horas)
Automação hidráulica industrial (40 horas)
Automação pneumática industrial (60 horas)
Auxiliar de eletrônica (80 horas)
Auxiliar mecânico de motociclistas (160 horas)
AutoCAD 2D para mecânica (60 horas)
Comandos elétricos (120 horas)
Controladores lógicos programáveis – CLP (60 horas)
Controle Dimensional (60 horas)
Desenhista de mecânica (200 horas)
Desenhista projetista de ferramentas (240 horas)
Desenhista projetista mecânico (240 horas)
Desenho técnico mecânico (840 horas)
Eletricista instalador (160 horas)
Excel avançado (40 horas)
Ferramenteiro de corte e dobra (240 horas)
Implantação de redes locais (80 horas)
Informática básica (80 horas)
Inspetor de qualidade (168 horas)
Manutenção de notebooks (60 horas)
Matemática aplicada a mecânica (60 horas)
Mecânico de motociclistas (280 horas)
Mecânico de usinagem convencional (360 horas)
Montagem e manutenção de microcomputadores (80 horas)
Operação de empilhadeira (32 horas)
Operação de máquina de medir por coordenadas tridimensionais (a CNC) (60 horas)
Programação e operação de centro de usinagem CNC (120 horas)
Programação e operação de eletroerosão a FIO (120 horas)
Programação e operação de eletroerosão por penetração (80 horas)
Programação e operação de torno CNC (120 horas)
Soldagem de manutenção (60 horas)
Solidworks (80 horas)
Segurança em instalações e serviços em eletricidade – NR10 (40 horas)
Segurança em instalações e serviços em eletricidade – NR10 – reciclagem (20 horas)

Atendimento da secretaria:

Escola Senai “Hermenegildo Campos de Almeida”
Av. Dr. Renato de Andrade Maia, 601 – Jd. Paraventi – Guarulhos - SP
2° a 6° das 8h às 21h
Sábados das 8h às 16h
Tels.: 2461-6751 / 6752 / 6755 / 6756 / 6757 / 6761
Site: guarulhos.sp.senai.br

Professor Anderson Luz